Leitura
Acho que já disse anteriormente que tenho um vício terrível: leitura. Não sei
o que acntece, tem vezes que me dá umas vontades meio malucas de começar a ler.
Pois então, dia desses eu estava compulsiva por achar algo para ler e lembrei
que certa vez, li um conto de Edgar Allan Poe (estava reescrito, em uma
linguagam mais simples), então resolvi procurar alguma coisa dele para ler. para
minha surpresa, encontrei diversos contos dele disponíveis no site: Cultvox . Os
contos estão em pdf, e é "de grátis".
Para quem não conhece a figura à qual me refiro, ele é considerado o "mestre
do horror" e foi o criador do gênero policial, copiado por tantos outros
autores. Nasceu em Boston (EUA) no ano de 1809, e pelo que li das obras dele
(que não foi muito), em especial "Leonor" e "The Raven", ele transmitiu para sua
esses textos o que sentia com a morte de sua esposa. bom, apesar do cara ser um
dos maiores nomes da literatura, ele morreu sozinho, nas ruas.
Entre as suas obras principais, destacam-se: Tamerlane and Other Poems, Al
Aaraaf, The Narrative Of Arthur Gordon Pym (O Passageiro Clandestino), The Raven
and Other Poems, Tales Of The Grotesque and Arabesque, Eureka.
Outro dia eu coloco aqui um dos poemas de Allan Poe, chamado "The Raven".
Rabiscado por Raven às 16h25
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Essa última semana eu estive pensando no passado, nas pessoas que passaram pela minha vida e que nunca mais vi (talvez nem volte a ver). Sempre reclamo da escola onde fiz o ensino fundamental por ter me irritado com a atitude de algumas pessoas que não me respeitavam, mas eu não deveria reclamar tanto, pois existiram amigos lá também, amigos com os quais perdi o contato completamente. As únicas recordações que tenho deles são algumas poucas fotos e minhas lembranças. Depois eu escrevo sobre meus amigos da rua e do colegial.
Meninas - Quem diria, hein? A Francine aqui também teve amigas!!!
Majory: Conheço-a desde a pré-escola e se não me engano, tornamo-nos amigas por causa de um lápis emprestado... o que não imaginávamos eram as coincidências: fazemos aniversário no mesmo dia (ela sembre gabava-se por ser 8 horas mais velha que eu), nossas famílias paternas vieram do sul (Santa Catarina). Infelizmente, ela mudou de escola e fomos perdendo o contato gradativamente... hoje em dia não sei mais se ela já está formada na faculdade, mas lembro que ela estudava ciência da Computação, se não me engano. Ah, ela sempre me alertou sobre uma pessoa que me machucou muito depois, eu devia ter ouvido os conselhos dela...
Celise: No primário, fazia parte do trio Celise, Marjory e eu (uma loira, uma ruiva e uma morena, respectivamente). Ela foi a primeira pessoa a me passar cola em uma prova, na época em que nem sabíamos o que era cola... isso foi em uma prova de tabuada, na segunda série. Perdi o contato com ela quando ela mudou para o período da tarde.
Daniela: Conheci na quarta série, mas começamos a conversar mais na quinta série. Foi por uma pergunta dela que descobri qual minha religião (meus pais nunca foram muito religiosos, então eu nem sabia que era batizada). Não lembro quando perdemos contato, mas lembro de ter feito trabalhos na casa dela.
Meire: Minha amiga japonesa, posso dizer que nunca me decepcionou e sempre me ajudou quando precisei. Foi com quem mantive mais contato após sair daquela escola, mas o tempo passou e perdi o contato com ela. Era uma das poucas pessoas em quem eu podia confiar. Espero que ela tenha conseguido entrar na USP, como era o sonho dela (se minhas pesquisas no Google estiverem certas, ela passou em Economia).
Camila: Não nos dávamos bem até a 5ª série, inclusive nossas mães já brigaram por causa de nós. Não sei por que nos tornamos amigas, afinal de contas, eu não a suportava e nem ela eu... coisas do destino? Acho que ela esteve no meu caminho para me ensinar algumas coisas, e eu acho que aprendi. Bom... pulando a fase 5ª série, acho que nos tornamos amigas na 7ª ou 8ª série. Mantive contato com ela por um bom tempo, inclusive na época do colegial, afinal de contas, ela morava perto da minha casa... mas algumas coisas aconteceram e acabamos brigando (isso daria história para um livro inteiro). Seu sonho era fazer faculdade de medicina, mas parece que acabou ficando com enfermagem mesmo.
Joyce: Nunca tive muito contato com ela, a não ser na escola. Ela sempre fora amiga da Camila. Era meio maluquinha, bem divertida, inclusive eu tenho que adimitir que achava a letra dela linda e copiei muito a forma dela escrever (misturando letras de forma com letras de mão). A última notícia que tenho dela foi da época em que ela prestou vestibulinho para técnico em contabilidade.
Carol: Não tenho muito o que falar dela, mas não podia deixar de citá-la. Apesar de muita gente nãoir com a cara dela, eu gostava dessa menina! Ela dizia que, na quarta série, tinha medo de mim porque sou muito alta, mas depois que me conheceu, viu que não precisava ter medo (mesmo porque ela era da minha altura). Ficou conhecida pelas suas festas de aniversário. Ah! Ela me chamava de "Francis". Não sei que destino teve.
Meninos - eles eram a alegria da sala, não estudavam, mas eram divertidos.
Henrique: O primeiro a me colocar um apelido: Françoca (isso foi na 5ª série). Chamava-me por esse apelido só para me irritar, acho que queria chamar atenção... era uma figura! Só precisava estudar mais... ele reprovou e eu acabei perdendo contato com ele.
Manoel: Não sei por que, mas sempre que eu o via, cumprimentava (olha que eu não sou de cumprimentar ninguém). Acabou virando meu amigo, mas também inventou um apelido, que eu nem sei como se escreve, mas que acabou pegando e até a professora de Desenho Geométrico me chamava assim. Ah, por falar em apelidos, na 8ª série, ele mudou meu apelido para Filó, pois (talvez devido à altura) eu era uma das poucas meninas que conseguia cortar no volley. Ele também tinha dificuldades com os estudos, lembro que chegamos a marcar de eu dar umas aulinhas de matemática para ele (e a galera toda também), mas mesmo assim, ele não conseguiu passar... foi um amigão (amigão mesmo, porque ele ficou mais alto que eu e também se gabava por isso!). Segundo minhas pesquisas no goole, ele passou em Sistemas de Informação na São Judas.
Felipe: Caiu na mesma sala que eu na 8ª série, por ser repetente. Era muito bonzinho (bagunceiro, mas bonzinho). Enquanto a professora de matemática explicava o porquê das fórmulas e eu me sentia completamente perdida, ele me dizia que eu não precisava me preocupar, era só decorar a fórmula... ele tinha razão! Foi também por conselho dele que comecei a usar lentes de contato e eu sou muito grata por isso. Não sei o que aconteceu com ele após a 8ª série...
Rabiscado por Raven às 12h22
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Roteiro: Empatia
Bom, o roteiro anterior não foi aprovado ou por que era um tema muito batido (como citado no comentário e tenho que concordar com isso) ou por que ninguém se interessou por desenhar. Como estou em época de provas, eu não pude me comprometer a desenhar nada, então meu professor, que gostou do roteiro, pediu para desenhá-lo.
O nome da história é empatia, mas por que empatia?
empatia [Do ingl. empathy, trad. do al. Einfühlung, a partir do ingl. em- (< lat. in) + ingl. -pathy, como em sympathy.] S. f. Psicol. 1. Tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa.
- A história começa em uma cena branca... vazio... - O personagem caminha descalço pela cena... introspecção... - Até que encontra um ponto preto no vazio... curiosidade... - Ele estende a mão para tocar esse ponto e uma substância negra e pegajosa começa a envolver o braço e depois o corpo do personagem... medo... - Agora ele se encontra em um loca escuro, perdido...solidão... - Volta a caminhar, até que vê um pouco de luz vindo de algum lugar... esperança... - Ele procura até que encontra algo que parece uma porta ou janela... liberdade... - Ao abrir essa passagem, uma luz intensa ilumina o personagem... felicidade...
Bom... outros sentimentos podem ser encaixados nessa história... mas o importante é seguir a linha do sonhos... um turbilhão de sentimentos que levam a pessoa por um caminho, até que ela se encontra em paz consigo mesma...
Rabiscado por Raven às 09h13
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